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sexta-feira, 17 de abril de 2015

Cursos de Pilates Complementares - seja um profissional qualificado!

Você já é formado no método Pilates, mas procura algo para diferenciá-lo no mercado? 
Quer melhorar seu atendimento, e saber como lidar com públicos específicos, como crianças e gestantes? Ou você precisa entender melhor sobre certas patologias para fazer um melhor atendimento clínico?

O Pilates Postura Funcional pode lhe proporcinar tudo isso!

Conheça nossos cursos:

Pilates Clínico Ortopédico:



Data: 16 e 17 de maio de 2015

Workshop Pilates Gestante:


Data: 23 de maio de 2015

Workshop de Pilates em Crianças e Adolescentes:


Data: 30 de maio de 2015

Curso Avaliação Postural Dinâmica:



Data: 27 e 28 de junho de 2015


Agora, se você ainda não tem a formação no método Pilates, que tal entrar neste mercado?

Curso de Formação no Método Pilates:


Início da próxima turma: 20 e 21 de junho (módulo 1)

Seja um profissional diferenciado e se destaque!

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Tendinopatia do tendão de Aquiles

O tendão calcâneo (também conhecido como tendão de Aquiles), é o maior e mais forte tendão do corpo humano. Ao mesmo tempo, ele é o mais acometido em pessoas que praticam atividades de alta sobrecarga na região da panturrilha, como a corrida, a dança; ou esportes que envolvam saltos, como vôlei e basquete.



É uma lesão por overuse, ou seja, ocorre principalmente quando há um excesso de treinamento, seja pela alta intensidade ou volume de treino, ou por falta do tempo de descanso entre um treino e outro.

Quando sobrecarregamos uma estrutura como o tendão, ocorrem microlesões locais, que são regeneradas após a atividade física. Entretanto, se o tempo de descanso for inadequado e voltarmos a sobrecarregar este tendão antes da sua regeneração, os micro traumas não cicatrizam e vão se somando, comprometendo a estrutura tendínea.

A degeneração crônica pode ocorrer, levando à tendinopatia, e a partir deste momento, sintomas como dor, rigidez e inchaço são comuns. O tendão mal cicatrizado e mais fracotambém fica mais susceptível a rupturas.

Alguns outros fatores que predispõe à tendinopatia de Aquiles são erro na técnica esportiva (pisada errada), pronação excessiva do pé, baixa flexibilidade dos músculos tríceps sural e isquiotibiais, fraqueza do glúteo médio e pouca mobilidade do tornozelo.

O Pilates é uma ótima alternativa para prevenir a instalação ou avanço dessa patologia, utilizando exercícios como alongamentos de cadeia muscular posterior, fortalecimento da musculatura de quadril, amplitude de movimento do tornozelo e estimulação do arco plantar medial.



Texto escrito para a Revista Pilates - leia o texto na íntegra aqui

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sábado, 5 de julho de 2014

Fratura vertebral: entenda a lesão que tirou Neymar da Copa

Copa do Mundo, quartas de final, Brasil x Colômbia.


Aos 41' do segundo tempo, o atacante Neymar leva uma joelhada nas costas. Apesar de Zuniga, lateral-direita colombiano, dizer que "não teve intenção de machucar Neymar" e do árbitro não dar nem mesmo uma falta, nosso principal jogador fica no chão, aos prantos.



Retirado de campo com maca, sem parar de chorar, foi imediatamente levado ao hospital, onde uma tomografia revelou uma lesão da terceira vértebra lombar.

Entenda um pouco desta lesão:

Foto: globoesporte.globo.com
A fratura significa a perda de continuidade do osso, ou seja, quando duas ou mais partes de um osso são separadas, total ou parcialmente. A lesão do atacante foi no processo transverso, na região póstero-lateral da vértebra lombar (região mais baixa da coluna). 

Essa lesão foi parecida com a de Adrian Gomes, da ginástica artística, que teve de abandonar as Olimpíadas de Londres em 2012

Sendo na coluna, a fratura poderia ser muito grave e causar uma lesão medular; já que o deslocamento do osso poderia acometer nervos - como o ciático - e comprometer a movimentação das pernas. 


Felizmente, Neymar não teve deslocamento ósseo, e portanto a fratura é considerada de baixa gravidade.

Ainda assim, deve permanecer imobilizado para garantir a consolidação da fratura, por um período mínimo de 4 semanas, podendo se estender até 2 meses. Além disso, a fratura do osso causa muita dor. Dessa forma, nosso craque estará fora desta competição, mas poderá voltar a jogar novamente.



Serão realizados mais exames, mas segundo a equipe médica, o tratamento de Neymar será conservador (não necessitando de cirurgia), com imobilização mínima de duas semanas com uma cinta lombar e repouso.

Também deve ser feita analgesia com medicação, e posteriormente fisioterapia; tanto para minimizar a dor, com recursos de eletroterapia, como fortalecimento da região lombar (quando a fratura estiver consolidada), pois esta ficará mais fraca devido à imobilização.

Esperamos que após este momento de tristeza, nossa seleção encontre força e união para os próximos jogos, e que Neymar se recupere o quanto antes!

#forçaNeymar

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Síndrome do Impacto do Quadril- a lesão que aposentou Gustavo Kuerten

Lesões no quadril são muito comuns no esporte. E não só nos jogados com pernas e pés como o futebol e a corrida. Grandes nomes do tênis como Gustavo Kuerten e Magnus Norman sofreram com a Síndrome do Impacto do Quadril.

Vendo o exemplo do brasileiro, que teve a doença diagnosticada em 2001, conseguimos ver a influência que esta patologia pode ter no desempenho do atleta.

Em 2002 e 2004, Guga passou por cirurgias para remoção da cartilagem danificada do quadril, e manteve um programa rigoroso de reabilitação; porém o calendário longo de partidas manteve o tenista com dores enquanto jogava e seu desempenho foi caindo, até que ele decidiu se aposentar em 2008. Já longe das quadras, em 2013, Gustavo Kuerten passou por uma terceira cirurgia, dessa vez diferente, na qual foi implantada uma prótese de titânio no quadril do jogador.

Agora vamos entender essa lesão, partindo da anatomia do quadril:

A articulação do quadril é formada pelo fêmur (osso da coxa) e o acetábulo (parte da pelve), que se encaixam como uma bola no soquete. Revestindo o acetábulo existe uma cartilagem chamada labrum acetabular, com função semelhante ao labrum glenoidal, no ombro. Entre suas funções estão estabilizar a articulação do quadril, distribuir a pressão articular e distribuir o líquido sinovial, que nutre a articulação. Também possui nervos sensitivos e de dor. Quando existe excesso de impacto entre o acetábulo e a cabeça do fêmur, o labrum acetabular pode ser lesionado e causar dor.





Existem algumas possíveis causas para este impacto excessivo: 

-trauma direto sobre o quadril, ou movimento brusco de rotação do quadril

-movimentos repetitivos (principalmente de flexão + rotação interna de quadril), causando a somação de microlesões a cada movimento. Esses movimentos ocorrem muito no tênis, devido às mudanças bruscas de direção.

-deformidades aumentando o impacto entre as estruturas ósseas. Essas deformidades podem ser tipo CAM (deformidade da cabeça do fêmur) ou tipo PINCER (deformidade do acetábulo).



-quadro misto, onde há deformidades + movimentos repetitivos.

Os quadros mistos são os mais comuns, e tem maior incidência em adultos jovens, entre 20 e 40 anos, com alto índice de atividade física, mas pode acontecer com qualquer um.

Os sintomas iniciais costumam ser dor em fisgada ou travamentos do quadril, podendo evoluir para dor ao andar ou ficar muito sentado, entrar e sair do carro. A dor costuma ser na região inguinal, mas pode ser também na lateral das coxas ou glúteos. A queda do rendimento esportivo, no caso dos atletas, também é observada.



O tratamento deve ser precoce, evitando uma possível evolução para uma artrose do quadril. Inicialmente, opta-se pelo tratamento conservador, que consiste em fisioterapia; visando diminuição da inflamação local, alívio da dor e reequilíbrio muscular da região, além da correção do gesto esportivo, quando necessário.

Na falha do conservador, pode-se realizar intervenção cirúrgica por artroscopia, para remover a cartilagem danificada, ou ainda a colocação de prótese no acetábulo, cabeça do fêmur, ou ambos.

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quinta-feira, 5 de junho de 2014

Lesão "SLAP" ou lesão do labrum: o ombro do arremessador

Muitos já ouviram falar de atletas que tiveram uma lesão no ombro chamada "SLAP lesion" ou lesão SLAP. É comum em esportes que envolvem arremesso ou saque, como tênis, vôlei, handebol, beisebol, entre outros. Mas você sabe o que é isso?













O úmero (osso do braço) se encaixa numa cavidade da escápula chamada glenoide. A glenoide, por sua vez, é revestida por uma cartilagem chamada labrum (ou lábio) glenoidal, que serve para proteger e também aumentar a estabilidade do ombro. A lesão SLAP ocorre quando o labrum se rompe ou se destaca da glenoide, podendo até entrar no meio da articulação do ombro, alterando sua capacidade de movimento e gerando dor.


Diversos jogadores como Rogério Ceni (futebol) e Murilo Endres (vôlei) já sofreram com essa lesão, portanto devemos entender bem o mecanismo da lesão para saber como preveni-la. 

Inicialmente, ocorre um encurtamento da cápsula posterior do ombro. Isto ocorre devido à grande sobrecarga que é gerada nessa região durante o final do arremesso ou saque. O braço está num movimento de alta velocidade e deve ser desacelerado pelos músculos da região. Entretanto, se eles não tem força suficiente para desacelerar o movimento, ou se o movimento é extremamente rápido, ocorre a sobrecarga na cápsula posterior do ombro de qualquer forma. A repetição desse estresse sobre a cápsula a leva a um processo de encurtamento e espessamento para aguentar a carga excessiva.


Veja o movimento em câmera lenta:


Porém este encurtamento é só o início de uma cascata de alterações no ombro. O encurtamento da cápsula muda o eixo de rotação do úmero para posterior e superior, aumentando assim a rotação externa e diminuindo a rotação interna no ombro. É comum vermos essas imagens em jogadores de beisebol, onde a rotação externa do ombro passa a ser excessiva e anormal, segundo os padrões biomecânicos. Essa situação coloca o labrum numa situação muito vulnerável, na qual ocorre cisalhamento, causando sua ruptura ou descolamento.

 Esta rotação externa exagerada pode levar a outros mecanismos de lesão, trazendo lesões associadas ao SLAP. Com a mudança do eixo de rotação do úmero, o ligamento glenoidal inferior anterior fica numa situação de pseudo-frouxidão (apesar de estar intacto, fica frouxo por não estar mais em contato ao redor do osso, como na imagem abaixo).

A - Posição normal dos ossos e ligamentos (sendo P, posterior e A, anterior). B - Frouxidão do ligamento glenoidal inferior anterior. C - A linha pontilhada mostra onde deveria estar o úmero, causando o estiramento do ligamento.
Assim, sem a restrição imposta pelo ligamento glenoidal inferior anterior, o úmero fica livre para fazer ainda mais rotação externa, ocasionando a torsão e compressão/esmagamento do manguito rotador.



Além disso, o tendão da porção longa do bíceps fica numa posição de torsão, o que aumenta o risco de lesão deste músculo e também o estresse no labrum glenoidal, piorando a lesão SLAP. A junção desses fatores ainda aumenta o risco de luxação ou subluxação anterior do úmero.

Entendendo o mecanismo da lesão SLAP, podemos concluir que a melhor forma de preveni-la é realizando o alongamento da cápsula posterior do ombro, e também fortalecendo os músculos do manguito rotador, para que estes consigam desacelerar melhor o movimento de arremesso e saque.



Também é recomendada a correção do gesto esportivo, para que o atleta consiga usar a rotação de tronco, de forma a auxiliar e diminuir a demanda rotacional do ombro.

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terça-feira, 15 de abril de 2014

Tendinite do braquial: o “Cotovelo do Escalador”


Texto publicado no Blog de Escalada

Os membros superiores na escalada são essenciais para sustentar e deslocar o corpo. Devido a este alto grau de exigência, estudos mostram que a maior parte das lesões em escaladores acontece nos membros superiores.

Uma lesão muito comum na escalada é a tendinite do músculo braquial, e seu principal sintoma é dor na região anterior do antebraço.

Para entender melhor como ela ocorre, precisamos entender um pouco da anatomia e biomecânica do cotovelo.

Os principais músculos flexores do cotovelo são o bíceps braquial, o braquial e o braquiorradial.




O músculo braquial é o mais volumoso dos três, e se insere na região anterior do úmero e na tuberosidade da ulna. Por este motivo, é possível verificar por meio de eletromiografia (EMG) que ele é responsável pela maior parte da força de flexão de cotovelo, independente da posição do antebraço.

O bíceps braquial também é capaz de gerar muita força de flexão do cotovelo,porém somente quando o músculo está em posição neutra ou supinado (com a palma da mão virada para cima). Já com o antebraço em pronação (palma da mão para baixo), o sinal de EMG do bíceps braquial é quase nulo, mostrando que ele praticamente não participa do movimento nesta posição.

O braquiorradial é o menos volumoso e, portanto, contribui com menos força durante a flexão. Além disso, se o antebraço está pronado, este músculo tende a fazer flexão de cotovelo junto com movimento de supinação, e vice-versa.

Visto isso, podemos entender por que o músculo braquial é tão acometido. Durante a escalada, a maioria das pegadas é feita com a palma da mão para baixo. Como vimos na biomecânica, o bíceps braquial quase não atua nesta posição.

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segunda-feira, 31 de março de 2014

Periostite tibial - a famosa "canelite"

Muitas pessoas já ouviram falar, ou já receberam diagnóstico de canelite. Mas o que é isso?

A canelite, também conhecida como periostite tibial, ou síndrome do estresse medial tibial, é uma inflamação do periósteo da tíbia (osso da perna).

 O periósteo, por sua vez, é uma camada fina e vascularizada que recobre os ossos, e é onde os músculos se inserem. Quando esses músculos são muito solicitados, a região do periósteo fica sobrecarregada e pode inflamar.




A canelite é caracterizada por dor na parte anterior e interna da canela, e é muito comum em corredores. É muito relacionada a atletas que estão em overtraining (excesso de treino) ou que treinam em superfícies muito rígidas, como o concreto. Porém é muito importante lembrar que a sobrecarga ocorre também, e principalmente, por uma alteração postural e/ou biomecânica que este atleta apresente.

Por exemplo, pessoas com o pé muito pronado (que pisam para dentro) ou com rebaixamento do arco do pé (pé plano), são mais susceptíveis a desenvolver a canelite.


pisada pronada
pé plano











Nesses casos, além do tratamento da inflamação na fase aguda (normalmente com repouso e gelo), temos também que pensar a médio e longo prazo e tratar as alterações biomecânicas, corrigindo a postura, a pisada, e o gesto esportivo; senão a canelite pode voltar.


Uma canelite não tratada pode evoluir para uma situação ainda mais grave, levando a uma fratura por estresse da tíbia (e por isso alguns até a consideram como o grau IV da canelite).

É importante que o indivíduo que apresenta dor na região da canela faça um raio-X, para eliminar a hipótese de fratura por estresse, pois o tratamento inicial de uma fratura é diferente do tratamento de uma inflamação. Entretanto, ambos os casos tem o mesmo tratamento a longo prazo: correção postural e da pisada.


Algumas dicas importantes para prevenção da canelite:


  • evite aumentar o volume, intensidade e frequência de treinos muito abruptamente;
  • evite correr em superfícies muito duras como o concreto. Prefira ruas asfaltadas com cimento, ou ainda terra, areia ou grama;
  • sempre aqueça antes do treino, porém lembre-se que alongar é diferente de aquecer;
  • consulte sempre um fisioterapeuta para uma avaliação da sua postura e pisada durante a corrida. A prevenção é sempre o melhor remédio, então avalie e corrija seu padrão de movimento antes dos problemas surgirem!
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segunda-feira, 17 de março de 2014

Nova parceria: Visionari

Venho anunciar uma nova parceria! A partir de agora você também encontra textos de fisioterapia e saúde na plataforma Visionari.

A VISIONARI é uma plataforma online com forte presença nas redes sociais, que nasceu com o propósito de divulgar assuntos de interesse do público 40+50+60+, abrangendo as áreas da saúde e bem estar, comportamento e cultura em geral.

E o nosso primeiro texto é sobre osteoporose e hidroginástica:



"Osteoporose: sim ou não à hidroginástica?

A osteoporose, diminuição substancial da massa óssea, é um processo natural do envelhecimento, principalmente em mulheres após a menopausa. É crônica, progride lentamente e sua principal consequência é a fratura. Porém, esta doença pode ser evitada com exercícios físicos, alimentação adequada e, no caso das mulheres, reposição hormonal.

Muitas pessoas associam a osteoporose com a fragilidade dos ossos, e por este motivo, recomendam que pessoas com sinais de osteoporose realizem atividades com pouco impacto, como ahidroginástica.

Entretanto, a estimulação dos osteoblastos (células responsáveis pela construção dos ossos) é dependente do efeito piezoelétrico (formação de cargas positivas e negativas em determinadas partes do osso) durante as forças de tração, exercidas pela ação muscular sobre os ossos durante exercícios com carga; e compressão, que ocorre devido ao impacto, em atividades como caminhada, corrida e dança....."


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sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Que tal começar bem 2014? Busque saúde!

Como todo ano que se inicia, fazemos promessas e votos de um ano menos sedentário e mais saudável!

Que tal botar estes planos em prática?

Conheça nossos serviços:



O método Pilates é uma técnica de consciência e movimentos corporais baseados em conceitos de controle respiratório e muscular, equilíbrio e funcionalidade.

A musculatura de tronco (coluna e abdome), conhecida no Pilates como power house, é essencial para a estabilidade da coluna, otimizando o desempenho dos membros inferiores e superiores nas suas diferentes funções, e por este motivo é trabalhada em todos os exercícios do Pilates.

A técnica utiliza alongamento, fortalecimento, respiração, equilíbrio, concentração e alinhamento da postura, visando manter a estabilidade corporal durante a execução dos movimentos. Pode ser realizada no solo (Mat Pilates), com auxílio de equipamentos como bolas e elásticos; ou com aparelhos específicos (Pilates Studio), que utilizam molas para aumentar ou diminuir a dificuldade dos exercícios.


O corpo humano é capaz de se mover com velocidade, força, agilidade e resistência, numa surpreendente variedade de amplitudes de movimentos. Infelizmente, a maioria de nós já não se move da maneira que nosso corpo foi projetado para se mover. Com os novos hábitos sedentários, nós não somos treinados para isto!

Para suprir estes déficits, conheça a FISIOTERAPIA FUNCIONAL:



  • estabiliza a coluna, por meio da ativação da musculatura profunda de coluna e abdômen;
  • facilita o equilíbrio e o alinhamento postural, de forma funcional;
  • otimiza o desempenho dos membros inferiores e superiores nas suas diferentes funções;
  • exercícios de força e estabilização, além da correção dos movimentos e, no caso de atletas, correção do gesto esportivo;
  • é dinâmico e divertido!
A Fisioterapia Funcional é indicada tanto para pessoas que já tem um bom condicionamento físico, como para aquelas que estão iniciando uma atividade física agora, além de poder ser utilizado como preparação para outros esportes e até mesmo para a reabilitação física. Além disso, o tratamento de cada paciente é muito diferenciado, de acordo com a necessidade de cada um.

Venha conhecer o seu corpo como você nunca viu!


A maioria dos atletas, amadores ou profissionais, apresentam dor durante ou após o treinamento, causando muitas vezes afastamento temporário ou definitivo da prática esportiva.



Geralmente, estas dores são devidas a movimentos realizados de forma errada, repetidas vezes durante o treino. A curto prazo, esta disfunção do movimento pode apresentar-se apenas como um incômodo, ou ser até mesmo assintomática; porém a longo prazo, pode causar sérias lesões.
O melhor tratamento nestes casos é a CORREÇÃO DO GESTO ESPORTIVO! Não adianta só diminuir a dor com analgésicos ou aparelhos, nem tratar a inflamação com antiinflamatório e repouso. É necessário agir na causa: detectar os movimentos inadequados e corrigi-los.


Avaliação Postural


Se você quer saber como está sua postura, não perca tempo! Agende já sua AVALIAÇÃO POSTURAL.
A avaliação é feita por fotogrametria computadorizada, fornecendo dados visuais e também objetivos sobre a sua postura, permitindo compará-la com o padrão de referência normal, e também sua postura em diversos momentos (você pode realizar um tratamento de realinhamento postural, Pilates ou fisioterapia funcional e uma reavaliação no final, para constatar as melhoras)!




Realinhamento postural


Ter uma boa postura é fundamental! Não somente pelo fator estético, mas também porque promove uma melhora do estado global de saúde e bem estar.
Uma postura incorreta pode interferir na performance muscular, além de causar dores musculares e nas articulações.
Uma vez detectada uma disfunção postural, oferecemos tratamento com fisioterapeuta, utilizando recursos terapêuticos manuais, associados a exercícios de estabilização do sistema musculoesquelético e fortalecimento muscular.


Fisioterapia Ortopédica/Traumatológica

Trata disfunções do sistema musculoesquelético, articular, ligamentar e tendíneo, que podem ocorrer por trauma ou patologia ortopédica.


Principais acometimentos:
  • fraturas;
  • entorses;
  • luxações;
  • lesões ligamentares;
  • contusões musculares;
  • amputações;
  • distúrbios mecânicos da coluna vertebral;
  • reabilitação pós-cirúrgica.
Objetivos do tratamento:
  • alívio da dor;
  • eliminação de processos inflamatórios;
  • fortalecimento muscular;
  • recuperação de movimentos, equilíbrio e propriocepção.

Fisioterapia Reumatológica

A fisioterapia reumatológica trata patologias progressivas, em geral auto-imunes ou geradas no ambiente de trabalho, que afetam principalmente articulações, cartilagens e tendões.


Principais patologias:
  • artrite reumatóide;
  • osteoartrose;
  • osteoporose;
  • LER (lesão por esforço repetitivo) / DORT (Doença Ocupacional Relacionada ao Trabalho);
  • tendinite;
  • bursite;
  • epicondilite;
  • condromalácea ou síndrome femoropatelar.
Objetivos do tratamento:
  • minimizar dores;
  • ganho de amplitude de movimento articular;
  • aumento da flexibilidade;
  • melhora da força e resistência muscular;
  • prevenção de deformidades;
  • melhora da capacidade funcional;
  • melhora da qualidade de vida.
Reabilitação Neurológica

O acometimento do sistema nervoso de um paciente leva, muitas vezes, a múltiplas disfunções e incapacidades. A fisioterapia na reabilitação neurológica visa restaurar ou readaptar as funções motoras e de sensibilidade, que estão alteradas devido à doença ou trauma neurológico.

A fisioterapia na reabilitação neurológica utiliza métodos de inibição de tônus muscular e padrões de movimentos patológicos; facilitação da função motora remanescente e reaprendizado de tarefas perdidas, e das atividades de vida diárias.

Principais patologias:
  • lesão medular;
  • acidente vascular encefálico (derrame cerebral);
  • ataxias;
  • doenças neurodegenerativas;
  • Parkinson;
  • esclerose múltipla;
  • lesão de plexo braquial;
  • neuropatias;
  • paralisia cerebral;
  • mielomeningocele;
  • atraso do desenvolvimento neuropsicomotor.
Objetivos do tratamento:
  • restaurar e readaptar funções e movimentos
  • reequilibrar o tônus e comprimento muscular
  • reaprendizado de tarefas perdidas
  • retorno às atividades diárias e de trabalho anteriores à lesão
  • ganhar novas habilidades motoras ou aprimorá-las
  • treino de marcha

Drenagem Linfática Corporal

Técnica de massagem manual que estimula o retorno da linfa para o sistema linfático, diminuindo a retenção de líquidos e eliminando resíduos e toxinas. É um método de massagem altamente especializado e, portanto, só deve ser realizado por fisioterapeutas ou profissionais com profundos conhecimentos de anatomia e fisiologia do sistema linfático.


Benefícios:
  • diminui retenção hídrica;
  • elimina toxinas;
  • combate a celulite superficial;
  • favorece a lipólise (queima de gordura);
  • redução de medidas;
  • favorece a oxigenação e nutrição dos tecidos;
  • previne a flacidez da pele;
  • melhora da circulação sanguínea;
  • estimula função intestinal;
  • promove relaxamento e bem-estar.
Ideal também para gestantes e período pós-operatório.

Massagem Modeladora


 Massagem executada com movimentos firmes, rápidos e repetitivos  sobre a pele, com objetivo de quebrar a gordura localizada, que é  posteriormente eliminada pela corrente sanguínea.

 Alvos principais:
  • barriga;
  • quadris;
  • coxas;
  • braços;
  • glúteos.
Benefícios:
  • eliminação da gordura localizada;
  • diminuição de medidas;
  • atenuação da celulite profunda;
  • melhora da elasticidade da pele;
  • combate a flacidez;
  • melhora da circulação sanguínea;
  • modelagem do corpo;
  • tonificação muscular.
Drenagem Linfática Facial

A drenagem linfática facial é ideal para melhorar o aspecto da pele, mantendo a tonicidade e a nutrição celular, e prevenindo o envelhecimento da pele.


Benefícios:
  • renovação das células do rosto;
  • mantém a tonicidade e a nutrição celular;
  • promove rejuvenescimento do rosto;
  • estimula a circulação sanguínea;
  • descongestionamento dos seios da face (melhora sinusites e dores de cabeça);
  • promove efeito de “lifting” facial;
  • relaxamento e alívio de stress.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Bursite de quadril

Se você sente dor na região lateral do quadril, provavelmente já ouviu dizer que é bursite. Mas você sabe o que é isso?



Temos no nosso corpo diversas proeminências ósseas (locais onde o osso é mais saltado). para evitar que estas proeminências tenham atrito excessivo com os tendões e músculos próximos a elas, existem pequenas bolsas de fluido chamadas bursas. As bursas estão presentes em praticamente todos os segmentos de nosso corpo, porém entre as mais "conhecidas" (entenda-se: as que provocam maiores problemas) são a subacromial (do ombro) e a trocantérica (uma das bursas muitas do quadril).

A bursite trocantérica - ou bursite do quadril - é um processo inflamatório da bursa que recobre o trocânter maior (osso proeminente na lateral do quadril). Está geralmente associado a inflamações de músculos que passam ou se inserem no trocânter, como o músculo tensor da fáscia lata e o glúteo médio.



Os primeiros sintomas são dor aguda e intensa na região lateral do quadril, como pontada ou queimação, que pode irradiar para a parte posterior e inferior da coxa. Pode ser desencadeada por um trauma direto na bacia (como cair sobre o quadril ou bater a lateral da coxa na quina de uma mesa), ou então após longos períodos em pé, caminhando ou subindo e descendo escadas. Também é comum após acordar, se a pessoa tiver dormido sobre este quadril, e ao cruzar uma perna sobre a outra (como fazemos para sentar na posição de índio ou para amarrar o tênis). Quando se torna crônica, a dor passa a ser mais difusa porém mais forte.





Apesar do trauma direto ser uma das causas, é mais comum que ocorra por uso excessivo da musculatura da região, que fica sobrecarregada. Esta sobrecarga é ainda pior quando há um desalinhamento postural, pois este causa um desequilíbrio muscular, forçando mais alguns músculos e gerando a inflamação do local.

Desta forma, pessoas que tenham alterações posturais como escoliose, diferença no comprimento das pernas ou alteração da pisada estão mais propensas a desenvolver a bursite trocantérica.


Outros fatores de risco para desenvolver a doença são artrite reumatoide, prótese de quadril e presença de osteófitos (acúmulo de cálcio) na região.

O tratamento a curto prazo deve focar a redução do processo inflamatório, com compressas de gelo por 20 minutos a cada 2 horas, anti-inflamatórios e repouso, evitando as posições e movimentos que aumentam o atrito no quadril.

Este tratamento inicial irá curar o sintoma (dor, inflamação), mas não irá tratar a causa, que é o desalinhamento da postura ou o desequilíbrio muscular. Portanto, se a longo prazo estes fatores não forem tratados, a dor e a inflamação voltarão.

Sendo assim, após a resolução do processo inflamatório, o ideal é procurar um fisioterapeuta que te avalie como um todo, identifique suas alterações posturais e seus desequilíbrios musculares. Após esta meticulosa avaliação ele poderá tratar - por meio de exercícios, manipulações, bandagens, entre outras técnicas - a causa da sua sobrecarga, permitindo que você volte a desempenhar suas atividades diárias e esportivas normalmente!